
Diploma de medicina brasileiro na Europa: o que a proposta de 2026 muda?
Diploma de medicina brasileiro na Europa: a UE propôs reconhecimento automático para médicos. Veja o que muda, o que não muda e como se planejar.

Para avaliação curricular de admissão a Provas para obtenção do título de especialista em Medicina Desportiva este colégio propõe que os candidatos devem preencher os seguintes requisitos:
1) Licenciatura e exercício da Medicina com mais de 6 anos;
2) Frequência com aprovação de curso de Pós Graduação ou mestrado em Medicina Desportiva reconhecido pela Ordem dos Médicos;
3) Prática diferenciada de Medicina Desportiva por período não inferior a quatro anos, envolvendo valências indicadas na Portaria n.º 302/2009, de 24 de Março;
4) Atividade científica e formativa sob a forma de trabalhos apresentados/publicados e/ou participação em reuniões ou estágios de índole científica no âmbito da Medicina Desportiva;
5) Experiência no acompanhamento médico de atletas/equipas devidamente atestada por médico diretamente relacionado/envolvido com as atividades documentadas.
O médico que se candidata a exame de especialidade à Ordem dos Médicos, ao abrigo do art. 124º, alínea b) do Estatuto da Ordem dos Médicos, deve dirigir-se à sua Secção Regional e entregar a seguinte documentação:
– Requerimento dirigido ao Conselho Nacional
– 7 exemplares do currículo (1 em suporte papel, 6 em suporte informático)
– Documentação comprovativa das afirmações contidas no currículo, incluindo certificação do título de especialista, caso exista, devidamente traduzida e legalizada
1 – Os documentos emitidos por entidades estrangeiras deverão ser legalizados, mediante o reconhecimento de assinaturas efectuado por entidade consular ou diplomática portuguesa competente no país de emissão ou por colocação de apostilha, nos termos definidos na Convenção de Haia, de 5 de Outubro de 1961, salvo se existir norma que dispense a legalização.
2 – Os documentos redigidos em língua estrangeira deverão ser acompanhados de tradução para português, devidamente certificada ou autenticada.
3 – Salvo indicação em contrário e quando não sejam extraídas ou conferidas pelos funcionários da OM, as fotocópias dos documentos originais deverão ser certificadas.
transcrito do colégio de Medicina Desportiva

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