O fim do estado de emergência em Portugal está previsto para a próxima segunda-feira, 4 de maio, depois da reunião do conselho nacional de segurança, obedecendo as seguintes fases:
Primeira Fase (1A) – 4 de maio
- Trabalho recomeça a 4 de maio respeitando a distância social (1,5m) se for impossível uso da máscara obrigatória;
- Tele trabalho será norma a respeitar;
- Transportes públicos uso obrigatório da máscara;
- Deslocações não essenciais proibidas;
- Estar fora a fazer desporto com no máximo de duas pessoas que não vivam sob o mesmo teto, respeitando a distância.
(1B) – 11 de maio
- Lojas podem abrir exceto as profissões de contato (cabeleireiros, dentistas, etc);
- Não será autorizada a utilização da segunda residência até 19 de maio (mínimo);
- Viagens não essenciais ao estrangeiro assim como os grandes eventos seguem proibidos.
Segunda fase – 18 de maio
- Escolas primárias (1º, 2º e 6º ano) e secundárias (3º anos serão abertas, mas certamente o sexto (último ano) recomeçam por fases 10 alunos por sala de aula;
- Alunos com mais de 12 anos e professores terão uso de máscaras obrigatórios;
- As ditas profissões de contato poderão recomeçar. Idem abertura museus e visitas a casa;
- Restaurantes permanecem fechados.
Terceira fase – A partir de 8 de junho
- Os cafés, dancings, restaurantes, cinemas poderão talvez abrir. Mas os grandes eventos proibidos até 31 de agosto. Possíveis viagens ao estrangeiro a partir desta data (8 de junho);
O Governo trabalha em cima de três linhas estratégicas:
- Plano de abertura progressiva e monitorizada;
- Completa monitorização dos lares;
- Garantia de material de proteção (máscaras e luvas) nos mercados.
A cada 15 dias serão divulgadas as normas em vigor: 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho.
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Fontes a acompanhar:
País a país: quais são os planos de desconfinamento na Europa?
Peritos defendem abertura faseada do país por regiões
Possível renovação do estado de emergência depende da opinião dos especialistas
Prós e Contras. Saúde e economia estiveram em debate
Regresso à normalidade. A opinião de um médico e de um economista